Na reunião do Conselho de Direção, realizada na cidade de Buenos Aires no ano 1986, aprovou-se o Código de Ética "para guiar e assegurar o cabal exercício profissional de seus membros".

DECLARAÇÃO DE PRICÍPIOS

A atividade relacionística deve estar invarivelmente consubstanciada com a liberdade, a justícia, a concordia, a igualdade e o respeito pela dignidade humana que são componentes axiológicos de toda sociedade que esteja em condições de providenciar legítimamente o progresso e o bem das pessoas .Para isso assegura a solidaridade e proteção de seus dereitos e a satisfação de suas necesidades essenciais.

As organizações que compõem a CONFIARP e seus profisionais membros assumem portanto, a responsabilidade de promover e manter a vigência dos valores fundamentais contribuíndo com sua ação institucional ao contínuo enriquecimento e a difusão dos mesmos coadjudando assim para uma efetiva integração nacional e continental.

A mais alta capacidade técnica e uma acentuada moral, devem ser qualidades próprias dos relacionistas, um aspecto escencial da CONFIARP, estimulando aquele sentido com todos os médios idóneos necesarios para seu cumprimento.

Os permanentes aportes tecnológicos são um motivo prioritário para o aperfeiçoamento profissional e um estímulo para a investigação, concordando com as condições que a evolução dinámica do mundo impõe.

Uma boa relação entre os relacionistas e o respeito mutuo, ajudarão ao desenvolvimento da atividade específica a nível nacional, regional e internacional quando a CONFIARP proponha intercambios tecnicos


Portanto, os membros da CONFIARP cujo objetivo comum é proteger e consolidar os atributos e o prestígio relacionístico ao serviço das diferentes expresões da sociedade moderna deverão respeitar ao seguinte padrão profissional:


CODIGO DE ETICA

Os especialistas em Realções Públicas devem oferecer solvencia moral, capacidade inteletual e domínio das diferentes técnicas da disciplina para oferecer assim um seviço de qualidade na sua especialidade.

O relacionista tem a responsabilidade de propiciar condições para que a inter-relaçaõ e a inter-comunicação seja efetiva entre os setores integrantes da sociedade, respeitando o pluralismo das idéias que estejam relacionadas com o bem-comum , e o progreso para a sociedade.

O profissional de Relações Públicas deve actuar subordinado a verdade dos acontecimentos e suas causas, evitando a representação simultánea de assuntos que puderam gerar conflitos entre eles, como assim realizar trabalhos que tenham consequencias negativas para o ámbito social.O relacionista público deverá evitar realizar ações que lesionarem o prestigio da profissão ou prejudicar ao outro.

Preservar, defender e incrementar o nível jerárquico e profissional, a través do seus conhecimentos universitários e o constante aperfeiçoamento técnico é a atitude que os relacionistas devem exibir para defender sua especialidade e para o benefício da evolução da mesma

O profissional de Relações Públicas deve defender os interesses das organizações que o contrataram, deve garantir, cuidar e reservar a informação que recebe delas.

A compatibilização eventual das atividades de Relações Públicas com outras funções conexas, vai depender dos acontecimentos que as incumbencias próprias da especialidade exibam , cada profissional deverá proteger os própios interesses e respeitar outras expressões.


 

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